Lideraça, Comunicação, tecnologia, desenvolvimento pessoal, João Palmeira,


Se começou a trabalhar aos 20 anos e for se aposentar aos 65 anos, já se perguntou quantos dias de sua vida você terá trabalhado? Algo entre 14.000 e 16.000 dias. Muito tempo para fazer o que não gosta, não acha? Espero que você esteja fazendo o que gosta!
Ser criativo e ter foco em um caminho escolhido será o seu maior desafio. As mudanças no ambiente corporativo caminham a passos largos. A velocidade em que o conhecimento tem sido trabalhado e tem se desenvolvido impressiona. Será que estamos prontos para tudo o que está acontecendo a nossa volta? Peter Drucker, disse que não! Pensando bem concordo com ele.
Para nós é muito difícil abandonar um padrão de comportamento ou uma forma de pensar. Preferimos ficar em uma zona de conforto do que tentar mudar. Mudar dá muito trabalho. Utilizamos todas as desculpas possíveis para continuar fazendo ?como sempre fizemos?. A maior desculpa, é de que sempre deu certo, portanto, não é preciso mudar. Esse pensamento talvez seja a melhor maneira de ser passado para trás.
Precisamos parar e refletir sobre algumas pesquisas e considerações feitas nos últimos anos. Essas considerações ajudam-nos a repensar o caminho a ser trilhado. O fórum econômico mundial nos alerta que 35% habilidades e competências consideradas importantes na atual força de trabalho mudarão em aproximadamente 5 anos.
Considere as suas habilidades:
O que tem feito para manter-se em alta?
Onde suas habilidades o estão levando?
O que você pode aprimorar?
O que faz bem?
O que você não sabe?
Você se sente pronto para as mudanças?
Você já ouviu falar sobre alguma dessas profissões?
1 - Vendedor de enciclopédia (Barsa, Conhecer e Conhecer Medicina), ia de porta em porta
2 - Datilografo (Já foi um importante requisito na contratação para escritórios)
3 - Ascensorista (Responsável por deixar o passageiro de um elevador no andar correto).
Essas profissões deixaram de existir nas últimas décadas, talvez você tenha conhecido alguém que trabalhe com isso ou tenha utilizados os serviços de um desses profissionais.
Apesar de parecer distante o tempo em que essas profissões existiram, na verdade faz muito pouco tempo que elas desapareceram. No centro de São Paulo ainda existem ascensoristas em ação, cujo número, pode ser contado nos dedos de apenas uma mão. O mesmo risco corre algumas das profissões abaixo:
1 - Piloto de avião ? A BAE Systems testa um bimotor com 16 lugares e a empresa Universal Robots desenvolveu um braço robótico que foi capaz de pilotar um Boeing 737 com sucesso em um simulador.
2 - Anestesista ? ?a gigante Johnson & Johnson desenvolveu o robô Sedasys que aplica com sucesso anestesias em pacientes que serão submetidos a tratamentos mais simples em clínicas e hospitais. O custo por procedimento cai de US$ 2.000 para US$ 150
3 - Contadores ? ainda estão envolvidos com tarefas que podem ser automatizadas em grande escala sendo a brasileira Contabilizei um exemplo de disrupção nesta área (a startup é considerada a empresa contábil mais inovadora do mundo segundo a Fast Company).
A previsão do desaparecimento dessas profissões acontecerá nessa próxima década. Outro dado que nos leva a reflexão é que 65% das crianças entre 7 e 8 anos trabalharão em profissões que ainda não foram criadas.
Tendo em mente os dados acima, pode-se concluir que precisaremos cuidar para que nossas habilidades e competências, não se tornem obsoletas. Se você faz algo cujo padrão pode ser repetido, sua profissão corre risco.
Abaixo seguem sugestões para conseguir manter suas habilidades atualizadas e preparadas para o futuro próximo:
1 - Desenvolva habilidades de inteligência social, a empatia, comunicação verbal e não verbal entre outras, são essenciais aos relacionamentos
2 - Procure constantemente aprender
3 -Transforme o complexo em simples
4 - Aplique o que aprendeu
5 - Desenvolva ?sede? por inovação
6 - Aprenda com os erros dos outros e com os seus
7 - Torne-se resiliente
8 - Pare de procrastinar e aja
Ao pensar nas etapas acima, considere o que está em jogo. Foque no que for mais desafiador e importante para você, dê o primeiro passo.
O psicólogo Abraham Maslow explicou de maneira objetiva o trajeto da motivação e definiu etapas pelas quais um indivíduo passa para alcançar a autorrealização.
Já pensou nos riscos que te envolvem?
Onde gostaria de estar hoje?
Sabe o que precisa fazer e onde buscar a informação?
Se você continuar fazendo o que faz hoje, tem certeza de que conseguirá se manter empregável?
O que você faz bem? O que poderia melhorar?
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Boa reflexão!